Semana dois

O último texto por aqui foi exatamente há 1 mês atrás.

Meu semestre da faculdade terminou lá pro dia 12 de dezembro, trabalhei em tempo integral desde então. Quis descansar durante o tempo livre, quis sair durante o tempo livre, fui para o RJ no dia 24, voltei no Domigo dia 28, trabalhei uns dias e no dia 31 estava de férias. E o blog? O blog era, infelizmente, a última coisa em que queria pensar… Queria dormir, acordar, comer, descansar, ver porcaria na TV, sair sem hora pra trabalhar ou pensando que teria que voltar para casa, pois havia trabalho da faculdade me esperando para ser finalizado. Por isso meu sumiço: férias.

instagram: @ingridabbade

Deveria ter avisado, deveria ter criado mais ânimo para escrever aqui, porém esse espaçinho aqui não é minha profissão/obrigação e eu só queria descansar. Ter férias, realmente.

Durante esse início de 2016 estive no Rio, matando a saudade da família, dos amigos e de alguns lugares. Fui a praia como sempre faço no início do ano (e já sendo estabelecida como minha única ida a praia durante todo o ano), pensei sobre tudo que aconteceu em 2015 e que eu deveria ter feito um texto por aqui para registrar quão confuso, diferente e conturbado foi esse ano.

Museu Casa Rui Barbosa. Quando almocei com a Camila Oliveira, em Botafogo – RJ

Não tenho do que reclamar já que aos trancos e barrancos terminei tudo com a alma lavada e com a sensação de dever cumprido. Não foi nada, nada fácil, mas olhando atentamente, somando e subtraindo os devidos acontecimentos, encerrei com um saldo positivo inesperado e comecei 2016 com um otimismo incomum.

Nessa segunda semana de Janeiro tudo vai começando a voltar ao normal, e como sempre prometo todo ano: espero conseguir dar mais atenção para o Gosto de Canela e para vocês, que são sempre tão tão legais comigo

E com vocês? Como foi o final de 2015 e agora o comecinho de 2016. Tava com saudades ❤


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3 coisas: red velvet, cavaletes de cristal e exposição Rhodia

As notas por aqui tem saído com menos frequência – como todo mundo já deve ter notado. A vida tem sido corrida e nem sempre é fácil conciliar tudo, mas quero tentar pelo menos manter o blog.

Não tenho tido muito assunto – ou ânimo – para escrever e nessas lembrei da tag 3 coisas da amiga rainha-normcore Camila Oliveira. Uma tag ótima para manter tudo atualizado, sem grandes “esforços”, tentando deixar aqui mais íntimo ainda, dividindo um pouco com vocês do que tem rolado comigo e de quebra não deixo o blog abandonadinho como está.

São 3 fotos de coisas que acredito que tenham sido relevantes – ou não tão relevantes assim -, mas que eu queira compartilhar por aqui com vocês. Vamos lá?

Não sei se sou devagar, mas nunca tinha provado bolo Red Velvet na vida. Nesse mês de Dezembro o Starbucks inclui esse bolo no cardápio e, finalmente, foi minha vez de provar.  GENTE. Como eu adorei esse bolo! Não é muito doce, não é nada impossível de comer uma fatia inteira (eu que não sou fã de sobremesas sempre sofro para comer tudo), com certeza virou um dos meus bolos favoritos e adoraria que o Starbucks incluísse esse bolo no cardápio fixo e não fosse só de Natal. Já tô louca pra aprender a fazer, mas acho que preciso de muito mais técnica culinária pra isso. hahaha

No dia 10 desse mês o MASP resgatou os cavaletes de cristal idealizados pela Lina Bo Bardi. As principais obras do museu estão sendo expostas novamente nesses cavaletes lindos e orgulhosamente elaborados por uma mulher. Queria que todo mundo que passasse por SP e que goste de Arte tivesse a oportunidade de sentir o quão diferente é ver todas essas obras expostas sem paredes atrás, juntas, como se flutuassem. Fiquei tão contente de ter podido ver no dia do lançamento ❤

 No mesmo dia (10/12) aproveitei para ver a exposição do Acervo da Rhodia do MASP. Foi a primeira vez que o MASP exibiu seu acervo completo de vestuário da Rhodia, com roupas criadas a partir da colaboração entre artistas e estilistas na década de 1960. Não sei se era eu que estava começando as férias e não aguentava mais ver roupas na minha frente, mas me decepcionei um pouco. Porém, acho importante ir e ver de pertinho os trabalhos de estamparia da época, os materiais utilizados e o que eles consideravam artístico e ousado na moda.

Me contem se vocês gostaram desse nova tag, tá? E muuito obrigada pelos elogios na nota anterior. Vocês sempre incríveiss!!


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Outfit: Levi’s Jeans + Batman

Há duas semanas atrás fui convidada pelo app Dujour para ir ao lançamento dos novos fits femininos da Levi’s. Uma coleção super bacana com novas modelagens que abraçam dos corpos com quadris maisl argos feito os meus como os de meninas mais estreitinhas.

Na Levi’s você compra calças a partir das modelagens e tamanhos; essa minha por exemplo é a: 815. O 8 é o número que indica calças com modelagem pensada de maneira ideal para moças com quadris mais largos como os meus e cintura um pouco mais fina; o número 1 indica a “cintura” se é média, alta ou baixa, a minha no caso é média; e o 5 é a indicação da perna da calça, que no caso a minha é a bootcut.

Eu nunca havia experimentado uma calça da Levi’s e muito menos com essa “separação” de modelagens – o que me deixou na dúvida na hora se funcionaria efetivamente. Porém, quando fui ao provador pra escolher minha calça tomei até um susto quando o maior tamanho havia ficado grande em mim (coisa que nunca acontece por conta do meu quadril, geralmente uso 46), aí quando encontrei o meu tamanho e vi que simplesmente ficou perfeita na cintura e eu não precisei fazer NENHUM ajuste fiquei chocada, de verdade. Sério. Isso NUNCA aconteceu comigo. O que não está ajustado no meu guarda-roupa é porque eu “aprendi a conviver com o defeito“.

Como tenho quadris largos e cintura mais fina praticamente todas as minhas calças e saias precisam ser ajustada, e isso é um inferno na vida porque nunca sei na realidade que tamanho uso. Então, imaginem minha felicidade ao saber que caso eu vá comprar na Levi’s é só eu pedir calça com começo 8 e tamanho 31 que já é meu ideal, sem ficar naquelas de experimentar pra ver se cabe.

Para mim que estudo modelagem é algo tão tão bacana perceber que marcas estão pensando em novas maneiras de produzir roupas; de perceber e efetivamente desenvolver produtos respeitando as diferenças dos corpos que é algo muito falada, mas pouco colocado na prática.

Bom, para mostrar como a calça ficou tá aqui o look que fui ao shopping no final de semana seguinte ao evento (tava louca pra usar a bendita da calça!):

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cintura sem ajustes! ❤

Calça: Levi’s

Camiseta e Blazer: Renner

Bota: Schutz.

PS.: Amei a pariticpação de vocês no post anterior sobre umectação. Aprendi muuito mais sobre óleos! Vocês são óótimas! ❤


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